Mais voluntários da Fifa passaram mal ao comer as refeições servidas nos estádios da Copa do Mundo. Desta vez, 37 funcionários e voluntários em Recife precisaram de atendimento médico na Arena Pernambuco nesta sexta-feira (20), onde Itália e Costa Rica se enfrentaram. Seis deles apresentaram diarreia e vômito e os demais tiveram dor de cabeça e náusea.
A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) abriu um inquérito epidemiológico e notificou a Fifa por encontrar, durante a inspeção, quatro alimentos contaminados entre os oito tipos oferecidos aos trabalhadores.
Os problemas aconteceram nas porções de feijão, farofa, salada e pudim. Ao todo, 320 quilos de alimentos foram apreendidos.
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Foto: Reprodução
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Quarenta voluntários em Brasília foram hospitalizados com intoxicação alimentar no último sábado (14). Mais de 500 assinaram um abaixo-assinado em Salvador contra a comida, alegando dores no estômago, diarreia, enjoos e azia. Outras cidades também já apresentaram problemas similares, como Cuiabá, Fortaleza e Belo Horizonte.
Os alimentos fornecidos aos funcionários da Fifa, de todas as cidades-sede, vêm congelados de uma empresa de Campinas, em São Paulo.
Sem alternativaO refeitório, que fica no Centro de Voluntários, se torna a única opção, já que no estádio só são servidos lanches em dias de jogo, a preços altos.
Os voluntários têm direito a uma refeição por turno, acessada com um cartão eletrônico com R$20 e, ainda, quatro bebidas por dia (um refrigerante e três águas). Em dias de jogo, eles recebem um kit com uma garrafa de suco e uma variedade de pequenos lanches como pipoca, barra de cereal e biscoito.

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