Jerônimo Rodrigues decidiu atacar em duas frentes nesta segunda-feira (30). Recebeu, em separado, Otto Alencar e Geddel Vieira Lima, num movimento que, na prática, foi lido no entorno do governo como uma tentativa de aparar arestas e acelerar a definição da vice.
No tabuleiro, Ivana Bastos ganhou ainda mais força. A presidente da Assembleia passou a ser tratada como nome capaz de acomodar interesses, reduzir ruídos e entregar previsibilidade a uma base que já começou a se desgastar cedo demais com a novela da composição.
Elmar Nascimento, por sua vez, esfriou. Segundo a apuração que circula nos bastidores, ele não topou entrar pessoalmente na chapa, embora tenha sido discutida a hipótese de indicar um nome de sua confiança para a vice. Uma das possibilidades ventiladas foi justamente a indicação de alguém do seu grupo, como “ponto médio” na negociação.
A ordem agora no Palácio é evitar mais desgaste. Jerônimo percebeu que deixar a vice em aberto por muito tempo só alimenta ansiedade, vaidade e conflito interno. E, nesse ambiente, quanto mais demora, maior a conta política.






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